Existe cerca de 7,6 bilhões (estimativa de 2017) e sempre nos apegamos a alguém deste total, seja por meio de confidencias e boas risadas e desta forma passamos a achar que parte delas são nossas amigas e achamos que somos amigas delas também.

Mas e quando começa a cair a ficha e percebemos que apenas nós estamos fazendo papel de amigo? Quando isto acontece, creio que está na hora iniciar uma peneira no ciclo de amizades para que as coisas possam fluir melhor e as decepções serem menores.

Certa vez li que “é importante ter uma amiga com quem dividir aquilo que você não divide com seu marido, com seus filhos, com seus pais ou com qualquer estranho no ponto de ônibus. É importante ter uma amiga que não se sinta intimidada, atingida ou insegura diante de suas confissões mais cabeludas ou decisões mais absurdas”.

Sim é importante, mas o mais importante é não deixar mais qualquer um entrar em nossas vidas. Sim tenho essa amiga ou amigas (cada uma do seu jeito), poucas, mas tenho, e vou prezar sempre por essas amizades, porque sempre estarão comigo nos momentos bons ou ruins, na doença, na morte ou até mesmo na porta de uma delegacia.

Acabo de iniciar um novo ciclo, o de 47 anos, e de aprender e a ter certeza que o importante é priorizar as pessoas que estão sempre ao nosso lado, pois elas nos conhecem, sabem da nossa força por trás de nossas fraquezas, sabem do que somos capazes ou não. Sabem que todos os momentos importantes entre nós estão guardados.

Aprendi nos últimos tempos que conhecidos não são amigos, mas podem a vir a ser, desde que eu não seja a única a correr atrás.

Feliz idade para mim e para mais um conhecimento.

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