Acordei pensando que quase sempre pareço com um passarinho, que está aprendendo a voar, mas a diferença é que ele tem a sua mãe, que o pega antes de se esborrachar no chão, enquanto eu não. Eu caio, quebro a asa e nem dá tempo dela curar pra tentar a voar novamente.
Quando me esborracho no chão e me machuco, que fico com a asa quebrada, simplesmente levanto, limpo a poeira e recomeço, afinal a vida não é feita de começos e sim recomeços. O único começo que temos é quando nascemos.
Eu sei… sempre caio, entretanto, não fico no chão muito tempo. Estou sempre tentando me reeinventar.
E nesse tal de reeinventar, ninguém me conhece realmente.
Mas eu me conheço, sei da minha limitações, do que sou capaz e sei que cada vez que tento voar, nem é sobre voar, mas sim sobre a coragem que tenho de nunca desisitir, apenas dar um tempo para recomeçar.
